Integridade Inegociável: Exemplos de integridade [parte II]

Áurea Emanoela

Integridade inegociável

No post que deu início a essa série fizemos menção a três jovens que, à semelhança de Daniel, tiveram uma vida sem comprometimentos. Mizael, Ananias e Azarias foram exemplos proeminentes de genuína integridade. Tendo seguido o caminho estabelecido por Deus, não comprometeram suas convicções.

A história de fé e coragem daqueles três jovens traz à luz uma profunda e sincera confiança na providência divina que ecoa ainda hoje, compelindo-nos a uma integridade inabalável, mesmo sob o risco da morte.

Integridade desafiada

O problema começou para Sadraque, Mesaque e Abede-Nego quando o rei Nabucodonosor teve um sonho (Daniel 2.31-35). Ele viu imagens de uma enorme e imponente estátua com cabeça de ouro maciço e corpo e pés compostos de prata, bronze, ferro e barro. O ouro representava a própria cabeça de Nabucodonosor (Daniel 2.38), e aquilo lhe foi tão atraente, que decidiu erigir uma estátua de verdade em honra de si mesmo (Daniel 3.1).

A gigantesca estátua era um projeto de grandiosidade pomposa e totalmente egocêntrica de Nabucodonosor. Ele estava fazendo tão somente o que os descrentes costumam fazem: cultuar a si mesmo e, com efeito, colocar-se acima de Deus. O rei ordenou que todos os seus súditos se dobrassem diante da estátua e a adorassem – e todos prestaram pronta obediência, exceto Daniel e seus três amigos. Eles mantiveram sua integridade e permaneceram firmes, comprometidos com o verdadeiro Deus e a sua lei.

Entretanto, a desobediência ao decreto real tinha um preço que eles estavam dispostos a pagar: “Qualquer que se não prostrar e não a adorar será, no mesmo instante, lançado na fornalha de fogo ardente” (Daniel 3.6).

A integridade traz perseguição

Por permanecerem firmes pelo que estava certo e não se comprometerem, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego atraíram, contra suas próprias vidas, a oposição maligna e implacável da parte dos babilônios. Muitos dos membros do segundo escalão da corte babilônica já se ressentiam de que Daniel e seus amigos recebessem preferência quanto às melhores posições governamentais (cf. Daniel 2.48-49). Agora, não hesitariam em arremeter contra os três:

“Há uns homens judeus, que tu constituíste sobre os negócios da província da Babilônia: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego; estes homens, ó rei, não fizeram caso de ti, a teus deuses não servem, nem adoram a imagem de ouro que levantaste” (Daniel 3.12).

O rei se irou ao ouvir o relato e ordenou que os três jovens fossem trazidos à sua presença (Daniel 3.13). Como se já não tivessem de suportar tanta pressão ao se recusarem a seguir a turba dos que adoravam a estátua, os três eram, agora, sujeitos à tentativa raivosa dos oficiais ciumentos de forçá-los a obedecerem ao édito de Nabucodonosor (Daniel 3.14-15).

Fé e tranquilidade em meio a tormenta

Na maior parte do tempo, os amigos de Daniel permaneceram calmos diante da postura maliciosa e da intimidação do rei. Seu silêncio foi uma admissão humilde de que eram culpados, de fato, de não se ajoelharem ante a estátua idólatra. E a única resposta que julgaram necessária foi uma das maiores declarações de fé em toda a Escritura:

“Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste” (Daniel 3.17-18).

O princípio de um padrão alto e singular mostrado na vida de Daniel ficou evidente, também, na vida de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Seu padrão de lealdade e seu amor pelo Senhor eram tão altos que eles foram capazes de permanecer firmes, em pé, no meio de uma imensa multidão ajoelhada, diante da imagem de ouro. Sua integridade de fé foi forte o bastante para resistir à pressão social que geralmente persuade os crentes a aquiescerem aos desejos de um grupo.

Aqueles três jovens sabiam que o que estava prestes a acontecer com os seus corpos não era importante, contanto que suas almas permanecessem fieis ao Senhor.

A integridade gera justiça

A decisão de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foi, então, posta diante do teste final na fornalha ardente, graças à reação furiosa e obstinada ao posicionamento dos três em defesa da verdade: “Então, Nabucodonosor se encheu de fúria e, transtornado o aspecto do seu rosto contra Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, ordenou que se acendesse a fornalha sete vezes mais do que se costumava” (Daniel 3.19).

Agora, a sua única esperança de serem poupados da morte era que Deus interviesse e lhes garantisse livramento dentro da fornalha. Talvez se lembrassem das palavras de Deus ditas por intermédio do profeta Isaías:

“Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Daniel 43.2).

Daniel 3.20-23 nos revela o que aconteceu àqueles três jovens:

“Ordenou aos homens mais poderosos que estavam no seu exército que atassem a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e os lançassem na fornalha de fogo ardente. Então, estes homens foram atados com os seus mantos, suas túnicas e chapéus e suas outras roupas e foram lançados na fornalha sobremaneira acesa. Porque a palavra do rei era urgente e a fornalha estava sobremaneira acesa, as chamas do fogo mataram os homens que lançaram de cima para dentro a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Estes três homens, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, caíram atados dentro da fornalha sobremaneira acesa”.

A integridade traz recompensa

O Senhor, soberana e graciosamente, recompensou a fé inabalável e o compromisso de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego ao vir miraculosamente em seu auxílio. Após terem sido eles, sem qualquer misericórdia, laçados na fornalha, o rei ficou estarrecido ante o que aconteceu:

“Então, o rei Nabucodonosor se espantou, e se levantou depressa, e disse aos seus conselheiros: Não lançamos nós três homens atados dentro do fogo? Responderam ao rei: É verdade, ó rei. Tornou ele e disse: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses” (Daniel 3.24-25).

O quarto homem, a quem Nabucodonosor se referira com tão grande espanto, foi enviado por Deus para preservar aqueles três jovens no meio das intensas chamas.

Uma valiosa lição

Por razões que somente o Senhor conhece, Daniel não esteve envolvido no “teste da fornalha”, todavia, a conduta dos seus três amigos no meio da mais desafiadora das circunstâncias é, outra vez, o extraordinário testemunho do valor da integridade pessoal baseada nos princípios de Deus.

Essa força de caráter pode nos conduzir ao longo de todos os altos e baixos da vida, especialmente quando sabemos que Deus se agradará da nossa resposta: “Porque todos os seus juízos me estão presentes, e não afastei de mim os seus preceitos. Também fui íntegro para com ele e me guardei da iniquidade. Daí retribuir-me o SENHOR, segundo a minha justiça, conforme a pureza das minhas mãos, na sua presença” (Salmo 18.22-24).

Os amigos de Daniel foram, na verdade, os precursores de todos os crentes que se esforçam, no poder do Espírito, para viver uma integridade autêntica. A chave para essa vida não é algo misterioso ou inatingível; ela existe em todos os discípulos que vivem sendo consistentemente radicais, obedientes e sacrificiais, edificando suas vidas nos moldes da palavra de Deus:

“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.1-2).

Por: Áurea Emanoela Holanda Lemos | PreciosoCristo | Original aqui.
Baseado em: MACARTHUR JR., John. O poder da integridade. Cambuci/SP: Cultura Cristã, 2001.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que inclua estes créditos, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Integridade Inegociável: Exemplos de integridade (Parte 1)

Áurea Emanoela

Integridade inegociável

Anualmente, revistas de circulação nacional elaboram edições especiais destinadas à premiação dos brasileiros que mais se “destacaram” durante o ano. Entre os homenageados estão autoridades políticas, jornalistas e artistas. Além desses homenageados, determinada editora ainda elege o “Brasileiro do Ano” – figura eminente na sociedade brasileira que tenha se destacado em diversos aspectos.

Geralmente, a maioria desses nomes cai no esquecimento nacional com a mesma rapidez com que surgiu. Entretanto, se voltarmos o nosso olhar para a história, nos depararemos com outro grupo que com muito mais razão poderia ser considerado o “melhor e mais brilhante”.

Aspectos históricos

Em 606 a.C, quando o Rei Nabucodonosor – um dos maiores líderes mundiais de todos os tempos – invadiu Judá e tomou Jerusalém, levou dezenas de jovens judeus bem instruídos como reféns para assistirem no palácio do rei e serem ensinados em toda cultura dos caldeus (cf. Daniel 1.3-4).

Um dos moços foi especialmente destinado à grandeza, e hoje seu nome é sinônimo de integridade e de espírito de não-comprometimento. Seu nome era Daniel.

A integridade incita detratores

Deus jamais compromete suas verdades e princípios absolutos em razão de benefícios escusos. Ele sempre age segundo a sua Palavra. Daniel não apenas conhecia essa verdade como também vivia de acordo com ela.

Por toda a vida, Daniel continuou a impressionar os babilônios com seu caráter marcante. Os serviços que prestava ao governador eram insuperáveis, sua integridade era consistente e suas atitudes e condutas no desincumbimento dos deveres diários, inigualáveis:

“Então, o mesmo Daniel se distinguiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava em estabelecê-lo sobre todo o reino” (Daniel 6.3).

Não demorou para que o zelo de Daniel por uma vida sem comprometimentos despertasse o ciúme e a amargura dos oficiais babilônicos. Certamente, Daniel não tinha defeitos de caráter que outros pudessem legitimamente criticar, portanto, seus opositores perversamente começaram a confabular contra ele:

“Disseram, pois, estes homens: Nunca acharemos ocasião alguma para acusar a este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus” (Daniel 6.5).

Os inimigos de Daniel, finalmente, planejaram fazer aprovar uma lei que versava sobre a lealdade ao rei. Astutamente persuadiram o rei Dario a emitir uma irrevogável ordem que o tornaria rei supremo e que proibiria todos de fazerem qualquer petição a outro, deus ou homem, senão unicamente a ele (cf. Daniel 6.6-9).

A penalidade por violar essa nova lei seria a morte. Isso, porém, não impediria Daniel de manter sua obediência sem comprometimento ao Senhor.

A integridade inadmite atalhos

Os padrões superiores de justiça de Daniel e sua integridade simplesmente não permitiam que ele se curvasse ao novo édito do rei, mesmo se tal documento fosse preciso e, na tradição dos medos e persas, impossível de ser mudado.

“Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer” (Daniel 6.10).

Porque Daniel não se desviou dos padrões estabelecidos da oração pessoal e da devoção ao verdadeiro Deus, seus inimigos logo o apanharam transgredindo a lei real e não tardaram em entregá-lo ao rei Dario. Quanto a essa situação, Daniel não precisou apresentar nenhuma defesa elaborada. Sua forte fé e confiança no Senhor o acompanhariam, a despeito do que o rei pudesse lhe fazer.

Integridade na cova dos leões

Certamente o rei Dario guardava muito respeito por Daniel, a ponto de emitir uma ativa e oral preocupação pelo seu bem-estar, a fim de não ter que puni-lo. Dario procurou encontrar uma brecha na lei, todavia sem êxito. Nada podendo fazer de diferente, o rei, relutantemente, aceitou o desejo dos opositores de Daniel, obedeceu à lei que ele mesmo havia assinado e ordenou que o fiel servo de Deus fosse levado à cova dos leões.

Ao cumprir seu dever legal, o rei Dario fez uma marcante declaração: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, que ele te livre” (Daniel 6.16). Que comentário poderoso sobre a validade da fé de Daniel e da forte impressão que sua vida de integridade havia causado. Isso sugere que Dario estava disposto a dar crédito ao verdadeiro Deus porque havia testemunhado a vida sem comprometimento e o excelente serviço governamental que Daniel desempenhava.

Sem dizer nenhuma palavra, Daniel apenas permitiu que o curso dos eventos manifestasse a fidelidade do Deus a quem ele servia e em cuja soberania seu coração encontrava descanso.

“Foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; selou-a o rei com o seu próprio anel e com o dos seus grandes, para que nada se mudasse a respeito de Daniel. Então, o rei se dirigiu para o seu palácio, passou a noite em jejum e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono. Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei e foi com pressa à cova dos leões. Chegando-se ele à cova, chamou por Daniel com voz triste; disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo! Dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões? Então, Daniel falou ao rei: Ó rei, vive eternamente! O meu Deus enviou o seu anjo e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum” (Daniel 6.17-23).

Uma valiosa lição

Considerando as circunstâncias, Daniel poderia ter seguido o caminho mais fácil, ter sido menos ousado, e ter aberto mãos dos seus padrões de integridade. Mas não o fez. Poderia ter adotado o “jogo da segurança” e descontinuado suas orações diárias pelos próximos trinta dias, mas ele permaneceu fiel aos seus princípios. Desistir deles por causa das intimidações dos seus detratores e comprometer o que era certo não era do feitio do caráter desse servo de Deus.

Testes de fé e integridade não têm, geralmente, esse imediato “final feliz” de que desfrutou Daniel. Jó foi o mais honesto e justo homem do seu tempo, mas, ainda assim, Deus permitiu que Satanás o agredisse (cf. Jó 1.1;8). Isaías creu em Deus, mas foi partido ao meio. Estêvão era um excelente diácono e pregador do evangelho, “homem cheio de fé e do Espírito Santo” (Atos 6.5), todavia, foi apedrejado até a morte (Atos 7.59-60).

Embora Deus não tenha concedido livramento imediato a esses homens, como fez com Daniel, cada um deles cumpriu seu chamado. Todos eles viveram fiel e firmemente, desejando tão somente a vontade de Deus, quer na vida, quer na morte.

Por: Áurea Emanoela Holanda Lemos | PreciosoCristo | Original aqui.
Baseado em: MACARTHUR JR., John. O poder da integridade. Cambuci/SP: Cultura Cristã, 2001.
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Integridade inegociável

Áurea Emanoela

Integridade inegociável

Introdução

Em uma época carente de princípios e valores cristãos, impregnada pelo pragmatismo e pobre de bons exemplos, movida pela cobiça e alimentada pelo pecado, convido você a meditar no testemunho de três jovens cujas vidas estavam totalmente impregnada de Deus. Homens que viveram em tempos difíceis, em terra estranha, no meio de uma gente incrédula e perversa, mas que ainda assim não comprometeram seu testemunho cristão, mesmo diante das ameaças e perigos de morte.

É provável que você – assim como eu – já tenha tido oportunidades de proclamar Cristo a pessoas incrédulas e, por intimidação ou falta de segurança, tenha se calado. Talvez você esteja comprometendo a Palavra de Deus com respeito a algum tema ético no trabalho ou entre os amigos, acreditando que isso seja necessário para manter sua credibilidade como empregado e nas rodas sociais. Contudo, nosso testemunho cristão deve estar baseado em uma plena dedicação à Palavra de Deus como a mais alta autoridade – não importando as consequências que decorram disso.

Todavia, nossa grande dificuldade de viver em submissão a Deus decorre da facilidade com que aceitamos o sistema de valores do mundo, tornando-nos de tal forma indulgentes a ponto de personalizar-nos e fazer daqueles valores os nossos próprios ideais. Nossos padrões tomam o lugar dos padrões de Deus.

“O mundo é sedutor. Procura atrair nossa atenção e devoção. Permanece bem próximo e ao nosso alcance, bem visível e atraente, que ofusca nossa visão do céu. Aquilo que vemos luta para alcançar nossa atenção. Atrai nossos olhos, se não estivemos olhando para uma pátria superior, cujo arquiteto e construtor é Deus. O mundo nos agrada – na maior parte do tempo, digamos – e, assim, frequentemente, vivemos para agradá-lo. E é aqui que ocorrem os conflitos, pois agradar o mundo raramente se harmoniza com agradar a Deus.” (R.C. Sproul).

Integridade é sinônimo de honestidade, sinceridade e incorruptibilidade, virtudes que estavam presentes nas palavras e no testemunho de quatro jovens levados cativos à Babilônia. Daniel, Mizael, Ananias e Azarias são exemplos cristãos que devemos trazer para os nossos dias: servos fiéis que não cederam às lisonjas do mundo nem comprometeram sua fidelidade a Deus; estavam prontos a enfrentar fornalhas e leões, mas de maneira alguma negociariam a verdade.

Nos próximos posts destacarei aspectos da vida de Daniel e dos seus três amigos que fazem deles exemplos de integridade para os cristãos de todas as épocas. Até lá, com a graça de Deus!

Por: Áurea Emanoela Holanda Lemos | PreciosoCristo | Original aqui.
Baseado em: MACARTHUR JR., John. O poder da integridade. Cambuci/SP: Cultura Cristã, 2001.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que inclua estes créditos, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.