Os melhores links cristãos do mês (Julho/2012)

Todo mês, nós do PreciosoCristo selecionamos e indicamos alguns dos melhores textos e vídeos (ou qualquer outro conteúdo) publicados em sites cristãos. Acessem estes links, visitem estes sites e sejam edificados!

Atenção: O fato de incluirmos o texto de um site neste espaço não significa que endossamos todo o conteúdo do site no qual ele foi publicado.

Links cristãos do mês

Francis Schaeffer, O dia em que o avião de Francis Schaeffer quase caiu
No Monergismo, em 02 de julho de 2012.

“O que se deve perceber é que ver o mundo como um cristão não significa simplesmente dizer: “eu sou um cristão. Eu acredito no mundo sobrenatural”, e parar por aí. É possível ser salvo mediante a fé em Cristo e então passar muito de nossa vida na cadeira do materialismo. Nós podemos dizer que acreditamos num mundo sobrenatural, e ainda assim viver como se não houvesse nada sobrenatural no universo.”

Josafá Vasconcelos, Carta ao meu filho sobre jugo desigual
No Voltemos ao Evangelho, em 05 de julho de 2012.

“Esta carta foi por mim escrita e dirigida ao meu filho Samuel, que anos atrás se envolveu emocionalmente com uma jovem descrente. Na época minha esposa e eu ficamos muito preocupados e iniciamos uma batalha pela salvação de sua alma. Graças ao Senhor ele considerou a Palavra de Deus, e, por Sua misericórdia, libertou o meu amado filho de cair na “linsonja da mulher estranha”. Hoje ele está casado com Helen, uma serva de Deus, com quem tem uma mimosa filhinha da aliança, Sara.O propósito de publicar esta carta é advertir aos jovens que estão no mesmo envolvimento emocional, sendo seduzidos por Belial até que a “flecha lhe atravesse o coração; como a ave que se apressa para o laço, sem saber que isto poderá lhe custar a vida”. Meu desejo também é de encorajá-los a ouvirem a voz da Sabedoria – o Senhor Jesus.

Heber Campos Jr., Amando a Deus com todo o nosso entendimento
No Voltemos ao Evangelho, em 06 de julho de 2012.

“Se compararmos o texto de Marcos com o texto original (Dt 6:5) perceberemos que Cristo adiciona o amar com “todo entendimento”. O ponto é deixar claro que temos que amar a Deus com todo nosso ser, inclusive nosso pensar. Mas pense sobre isso. Será que estamos acostumados a amar alguém com nossa mente? Falamos: “eu te amo de todo coração” ou “eu te amo de toda minha alma”, mas quem fala “eu te amo com todo meu cérebro”? Então, como amar a Deus com toda nossa mente, tendo nosso pensamento centrado em Cristo, principalmente fora da igreja?”

João Calvino, Eleição
No Projeto Spurgeon, em 07 de julho de 2012.

“Deus tendo nos escolhido antes do mundo ter seu inicio, devemos atribuir a causa da nossa salvação à Sua livre bondade. Devemos confessar que Ele não nos toma para sermos Seus filhos, por qualquer mérito de nós mesmos, pois não tínhamos nada para nos recomendar à seu favor. Portanto, devemos colocar a causa e a fonte da nossa salvação somente Nele e fundamentar a nós mesmos sobre isso, caso contrário, tudo que construirmos, virá a ser nada.”

Frank Brito, Aquele que semeia em abundância, em abundância também ceifará (Sobre a teologia da prosperidade)
No Resistir e construir, em 08 de julho de 2012.

“Portanto, o que Paulo manda “semear”, antes de qualquer coisa, é o amor. O dinheiro é semeado, sim, mas somente como reflexo e fruto do amor, da compaixão por aqueles que estão passando por tribulações financeiras. O dinheiro por si só não é semente nenhuma. O dinheiro só se torna semente quando acompanhado da intenção do coração. Se for a intenção correta, a intenção do amor, será semente para a vida. Se for a acompanhado por segundos interesses, não será outra coisa senão a semente da morte.”

C.H.Spurgeon, Eleição: defesa e evidências
No Projeto Spurgeon, em 09 de julho de 2012.

“Já no anunciar do texto, alguns estarão prontos a dizer: ‘por que pregar sobre uma Doutrina tão profunda como a Eleição?’ Eu respondo, porque ela está na Palavra de Deus, e o que quer que esteja na Palavra de Deus, deve ser pregado! ‘Mas algumas verdades de Deus devem ser mantidas desconhecidas do povo,”’você dirá, ‘para que eles não façam um mau uso delas.’ Isto é doutrina papista! Foi com esta teoria que os padres mantiveram a Bíblia fora do alcance do povo – não a deixaram com o povo para que ele não fizesse mau uso dela. ‘Mas algumas doutrinas não são perigosas?’ Não se elas são verdadeiras e corretamente ministradas. A verdade de Deus nunca é perigosa – isto é um erro e uma reticência que estão repletos de perigo!

Tim Keller, Combatendo o pecado com adoração
No AME Cristo, em 16 de junho de 2012.

“O segredo para a liberdade dos padrões escravizadores do pecado é a adoração. Você precisa de adoração. Você precisa de uma grandiosa adoração. Você precisa de adoração em prantos. Você precisa de adoração gloriosa. Você precisa sentir a grandeza de Deus e ser movido por ela – movido a chorar e movido a rir – movido por quem Deus é e pelo que Ele fez por você. E é necessário que isso ocorra a todo o momento.”

Albert Mohler Jr., Deus tem te chamado?
No AME Cristo, em 19 de julho de 2012.

“[…] Nesses dias, muitas pessoas pensam em carreiras ao invés de chamados. O desafio bíblico em “considerar o seu chamado” deve ser estendido do chamado à salvação ao chamado para o ministério.John Newton, famoso por ter escrito “Amazing Grace,” uma vez comentou que “Ninguém exceto Ele, que fez o mundo, pode fazer um Ministro do Evangelho”. Somente Deus pode chamar um verdadeiro ministro, e somente Ele pode dar ao ministro os dons necessários para o culto.”

[Livro do mês] John Stott – “A cruz de Cristo”

John Stott

Livro do mês - A cruz de Cristo

Tenho como um enorme privilégio o ter sido convidado para escrever um livro sobre o maior e mais glorioso de todos os temas, a cruz de Cristo. Dos vários anos de trabalho despendidos nesta tarefa, emergi espiritualmente enriquecido, com minhas convicções aclaradas e fortalecidas, e com uma firme resolução de gastar o restante dos meus dias na terra (assim como sei que toda a congregação dos redimidos passará a eternidade no céu) no serviço liberador do Cristo crucificado.

É oportuno que um livro sobre a cruz faça parte das celebrações do Jubileu de Ouro da Inter-Varsity Press, a quem o público leitor muito deve. Pois a cruz é o centro da fé evangélica. Deveras, como argumento neste livro, ela jaz no centro da fé histórica, bíblica, e o fato de que esta verdade não é sempre reconhecida em toda a parte em si mesmo é justificativa suficiente para preservar um testemunho distintamente evangélico. Os cristãos evangélicos crêem que em Cristo e através do Cristo crucificado Deus substituiu a si mesmo por nós e levou os nossos pecados, morrendo em nosso lugar a morte que merecíamos morrer, a fim de que pudéssemos ser restaurados em seu favor e adotados na sua família. O Dr. J. I. Packer com acerto escreveu que esta crença “é o marco distintivo da fraternidade evangélica mundial” (embora “muitas vezes seja mal compreendida e caricaturada por seus críticos”); ela “nos leva ao próprio coração do evangelho cristão”.

É necessário que se esclareça a distinção entre uma compreensão “objetiva” e “subjetiva” da expiação em cada geração. Segundo o Dr. Douglas Johnson, esta descoberta foi um momento decisivo no ministério do Dr. Martyn Lloyd-Jones, que ocupou uma posição singular de liderança evangélica nas décadas que se seguiram à Segunda Guerra Mundial. Ele confidenciou a vários amigos que “uma mudança fundamental ocorreu em sua perspectiva e pregação no ano de 1929”. Ele tinha, é claro, dado ênfase, desde o princípio do seu ministério à necessidade indispensável do novo nascimento. Mas, certa noite, depois de pregar em Bridgend, South Wales, o ministro local desafiou-o dizendo que “parecia que a cruz e a obra de Cristo” ocupavam um pequeno lugar em sua pregação. Imediatamente ele foi a uma livraria que vende livros usados e pediu ao proprietário os dois livros padrão sobre a Expiação. O livreiro apresentou a Expiação de R. W. Dale (1875) e A Morte de Cristo de James Denney (1903). Tendo voltado para casa, ele se entregou totalmente ao estudo, recusando o almoço e o chá, e causando tal ansiedade à esposa que esta telefonou a seu irmão perguntando se devia chamar um médico.

Porém, ao emergir da reclusão, Lloyd-Jones dizia ter encontrado “o verdadeiro coração do evangelho e o segredo do significado interior da fé cristã”. De sorte que o conteúdo de sua pregação mudou, e com esta mudança o seu impacto. Nas próprias palavras dele, a questão básica não era a pergunta de Anselmo “por que Deus se tornou homem?” mas “por que Cristo morreu?”

Por causa da importância vital da expiação, e de uma compreensão dela que retire toda falsa informação dos grandes conceitos bíblicos de “substituição”, “satisfação” e “propiciação”, duas coisas têm-me grandemente surpreendido. A primeira é a tremenda impopularidade em que a doutrina permanece. Alguns teólogos demonstram relutância estranha em aceitá-la, mesmo quando compreendem claramente sua base bíblica. Penso, por exemplo, naquele notável erudito metodista, Vincent Taylor. Sua erudição aprimorada e abrangente encontra- se exemplificada em seus três livros sobre a cruz — Jesus e Seu Sacrifício (1937), A Expiação no Ensino do Novo Testamento (1940) e Perdão e Reconciliação (1946). Ele, ao descrever a morte de Cristo, emprega muitos adjetivos como “vicária”, “redentora”, “reconciliadora”, “expiatória”, “sacrificial” e especialmente “representativa”. Mas não consegue chamá-la de “substitutiva”. Depois de um exame rigoroso do primitivo ensino e crença cristã de Paulo, de Hebreus e de João, escreve ele o seguinte acerca da obra de Cristo: “Nenhuma das passagens que examinamos descreve-a como a de um substituto. . . Em lugar algum encontramos apoio para tais conceitos.” Não, a obra de Cristo foi um “ministério realizado em nosso favor, mas não em nosso lugar”. Contudo, embora Vincent Taylor tenha feito estas espantosas afirmativas, fê-las com grande desconforto. Sua veemência nos deixa despreparados para as concessões que mais tarde ele se sente obrigado a fazer. “Talvez o aspecto mais admirável do ensino do Novo Testamento referente à obra representativa de Cristo”, escreve ele, “seja o fato de chegar bem perto dos limites da doutrina substitutiva sem, na realidade, atravessá-los. O paulinismo, em particular, encontra-se a uma distância mínima da substituição”. Ele até mesmo confessa a respeito de teólogos do Novo Testamento que “com demasiada frequência nos contentamos em negar a substituição sem substituí-la”, e que é uma noção que “talvez estejamos mais ansiosos a rejeitar do que a examinar”. Entretanto, o que procurarei mostrar neste livro é que a doutrina bíblica da expiação é substitutiva do princípio ao fim. O que Vincent Taylor não quis aceitar não foi a doutrina em si, mas as cruezas de pensamento e expressão das quais os advogados da substituição têm, com bastante frequência, sido culpados.

Minha segunda surpresa, em vista da centralidade da cruz de Cristo, é que nenhum livro sobre este tópico foi escrito por um escritor evangélico para leitores sérios (até dois ou três anos atrás) por quase meio século. É verdade, surgiram vários livros pequenos, e apareceram algumas obras de peso. Gostaria de prestar tributo especial aos notáveis labores neste campo do Dr. Leon Morris, de Melbourne, Austrália. O seu livro Pregação Apostólica da Cruz (1955) deixou-nos todos em dívida, e alegro-me de que ele tenha trazido o conteúdo da obra ao alcance dos leigos em A Expiação (1983). Ele se tomou mestre da vasta literatura de todas as épocas sobre este tema, e seu livro A Cruz no Novo Testamento (1965) permanece, provavelmente, o exame mais completo hoje disponível. Dessa obra cito com caloroso endosso sua afirmativa de que “a cruz domina o Novo Testamento”.

Todavia, até à recente publicação do livro de Ronald Wallace intitulado A Morte Expiatória de Cristo (1981) e do de Michael Green A Cruz Vazia de Jesus (1984), não conheço outro livro evangélico para os leitores que tenho em mente, desde a obra de H. E. Guillebaud Por que a Cruz? (1937), que foi um dos primeiros livros editados pela IVF. Foi um livro corajoso, que enfrentou diretamente os críticos da expiação substitutiva com três perguntas: (1) “é cristã?” (isto é, compatível com os ensinos de Jesus e seus apóstolos); (2) “é imoral?” (isto é, compatível ou incompatível com a justiça); e (3) “é incrível?” (isto é, compatível ou incompatível com problemas como o tempo e a transferência da culpa.

Meu interesse é um pouco mais abrangente, pois este não é um livro apenas sobre a expiação, mas também sobre a cruz. Depois dos três capítulos introdutórios que formam a Primeira Parte, chego, na Segunda Parte, ao que chamei de “o coração da cruz”, na qual argumento em favor de uma compreensão verdadeiramente bíblica das noções de “satisfação” e “substituição”. Na Terceira Parte passo a três grandes realizações da cruz, a saber, salvar os pecadores, revelar a Deus e vencer o mal. A Quarta Parte, porém, trata de áreas que muitas vezes são omitidas nos livros sobre a cruz, isto é, o que significa à comunidade cristã “viver sob a cruz”. Procuro mostrar que a cruz a tudo transforma. Ela dá um relacionamento novo de adoração a Deus, uma compreensão nova e equilibrada de nós mesmos, um incentivo novo para nossa missão, um novo amor para com nossos inimigos e uma nova coragem para encarar as perplexidades do sofrimento.

Ao desenvolver o meu tema, conservei em mente o triângulo Escritura, tradição e mundo moderno. Meu primeiro desejo foi ser fiel à Palavra de Deus, permitindo que ela diga o que tem para dizer e não pedindo que ela diga o que eu gostaria que ela dissesse. Não há alternativa à exegese textual cuidadosa. Em segundo lugar, procurei partilhar alguns dos frutos das minhas leituras. Ao procurar compreender a cruz, não podemos ignorar as grandes obras do passado. Desrespeitar a tradição e a teologia histórica é desrespeitar o Espírito Santo que tem ativamente iluminado a igreja em todos os séculos. Então, em terceiro lugar, tentei compreender a Escritura, não apenas à sua própria luz e à luz da tradição, mas também com relação ao mundo contemporâneo. Perguntei o que a cruz de Cristo diz para nós que vivemos no final do século vinte.

Ao ousar escrever (e ler) um livro a respeito da cruz, há, é claro, um grande perigo de presunção. Isto, em parte, advém do fato de que o que realmente aconteceu quando “Deus estava reconciliando consigo mesmo o mundo em Cristo” é um mistério cujas profundezas passaremos a eternidade examinando; e, em parte, porque seria muitíssimo impróprio fingir um frio desprendimento à medida que contemplamos a cruz de Cristo. Quer queiramos, quer não, estamos envolvidos. Nossos pecados o colocaram aí. De sorte que, longe de nos elogiar, a cruz mina nossa justiça própria. Só podemos nos aproximar dela com a cabeça curvada e em espírito de contrição. E aí permanecemos até que o Senhor Jesus nos conceda ao coração sua palavra de perdão e aceitação, e nós, presos por seu amor, e transbordantes de ação de graças, saíamos para o mundo a fim de viver as nossas vidas no serviço dele.

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Informações do livro

Título: A Cruz de Cristo
Autor:
 John Stott
Editora: Vida
Edição:
Ano: 2006
Número de páginas: 360

Fonte: STOTT, John. A cruz de Cristo. São Paulo/SP: Vida, 2006.
Por:
Áurea Emanoela Holanda Lemos | PreciosoCristo | Original aqui.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que inclua estes créditos, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Os melhores links cristãos do mês (Junho/2012)

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Links cristãos do mês

Jonas Madureira, Servo inútil
No Jonas Madureira, em 03 de janeiro de 2012.

“Veja, quando Jesus diz para os discipulos confessarem a sua própria inutilidade, ele não afirma que eles, os discípulos, são inúteis. Em nenhum momento, Jesus brada: “Discípulos, vocês são inúteis!”. Arrogância e pedantismo não são do seu feitio. Pelo contrário, o que ele diz é “confessem vocês com sua própria boca: ‘eu sou um servo inútil’”. Portanto, não é Cristo que confessa a inutilidade do servo; é o servo que confessa sua própria inutilidade.”

A. W. Tozer, A batalha espiritual pode ser carnal
No Cinco Solas, em 12 de junho de 2012.

“Há uma ideia circulando por aí que lutar em oração sempre é uma boa coisa, mas isso certamente não é verdade. Exercícios religiosos extremos podem ter sido realizados com uma motivação não maior do que a de alcançar as coisas do nosso modo. A qualidade espiritual de uma oração é determinada não por sua intensidade, mas sim por sua origem. Na avaliação de uma oração deveríamos verificar quem está orando: o nosso coração com um propósito, ou o Espírito Santo?”

K.Scott Oliphint, Cristianismo, desconectado
No iPródigo, em 13 de junho de 2012.

“Quando foi a última vez que você se distanciou? Não a última vez em que você foi a única pessoa na sala ou na casa – quando foi a última vez que você se afastou do contato com qualquer pessoa? Jesus “se retirava” das multidões “para os desertos, e ali orava” (Lc 5.16). Ele sabia que Sua agenda lotada exigia tempo sozinho – completamente sozinho – com Seu Pai celestial.”

Elias Silvio, O tesouro que te justifica
No Justificação pela Fé, em 13 de junho de 2012.

“‘[…] Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo…’ (Rm 5.1). Ao assistir uma das palestras de John Piper na 27ª Conferência Fiel gostei muito da definição de fé que ouvi. Por isso, quero compartilhar com você o que aprendi.”

Clóvis Gonçalves, Saibam que o Senhor é Deus
No Cinco Solas, em 18 de junho de 2012.

O imperativo ‘sabei que o Senhor é Deus’ parece supérfluo numa cultura cristianizada como a nossa. Até ateus sabem que Jeová é o Deus dos cristãos. Mas a ordem não tem caráter informativo e não requer apenas conhecimento de fatos. Saber é mais que isso – é admitir, reconhecer. E nesse sentido existe uma grande e premente necessidade de que se reconheça que o Senhor é Deus. E não somente pela sociedade secularizada, mas especialmente por aqueles que são ‘o Seu povo’. Pois no que diz respeito ao conhecimento de Deus como Deus, permanece a verdade de que ‘o boi conhece o seu possuidor, e o jumento, a manjedoura do seu dono, mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende’ (Is 1:3).?”

Westminster Seminary California, 16 maneiras de encontrar uma esposa
No iPródigo, em 19 de junho de 2012.

“Nesses anos como pastor, já tive minha cota de pessoas que me abordam para descobrir se somos uma igreja de “corte” ou uma igreja de “namoro”. Essas pessoas invariavelmente me dizem que a abordagem delas é o “jeito bíblico”. Eventualmente comecei a suspeitar dessas alegações, uma vez que a Bíblia não diz muito sobre como encontrar uma esposa – ou ela diz? Talvez você já tenha visto essa lista na internet, mas ela é digna de reexame porque traz uma lição muito importante. Portanto, aqui está: 16 maneiras de encontrar uma esposa segundo a Bíblia.”

Paul Washer, A mais terrível verdade das Escrituras
No Justificação pela Fé, em 20 de junho de 2012.

Conrad Mbewe, A maldição do discurso motivacional
No iPródigo, em 21 de junho de 2012.

“[…] Discurso motivacional não é pregação bíblica. É uma praga na paisagem do verdadeiro evangelicalismo. Está enchendo as igrejas com pessoas mortas que estão sendo ensinadas a viver como se estivessem vivas. Precisamos retornar ao bom e velho Evangelho que verdadeiramente dá vida aos mortos e liberta homens e mulheres. Como Paulo fazia, cada púlpito verdadeiramente evangélico deve soar a clara mensagem do ‘arrependimento para com Deus, e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo’ (Atos 20.21). Fujamos dessa maldição do discurso motivacional!”

Nate Shurden, 8 instruções simples para compartilharmos Cristo
No AME Cristo, em 21 de junho de 2012.

“Estas instruções práticas são apenas isso: instruções. Não se trata de uma fórmula. Trata-se de uma maneira de preparar o seu coração e organizar a sua vida para o impacto do evangelho na vida dos outros.”

Jesse Johnson, Rico, jovem e perdido
No iPródigo, em 22 de junho de 2012.

“Lucas 18, Marcos 10 e Mateus 19 nos contam a conhecida história do jovem rico. Essa é a história dos evangelhos que talvez seja mais usada como modelo para o evangelismo, e nos mostra como era a abordagem de Jesus para o evangelismo. Obviamente, o jovem não foi salvo. Esse fato é essencial para entender como Jesus enxerga o evangelismo ‘bem sucedido’. Isso não quer dizer que Jesus falhou, mas nos mostra como o objetivo do evangelismo de Jesus era expor as intenções do coração mais do que convencer pessoas a segui-lo.”

João Calvino, Sobre a correta administração dos bens da Igreja
No Resistir e construir, em 30 de junho de 2012.

“Aqui está um belíssimo texto que deveria servir de lição para a Igreja em nossos dias. Calvino descreve como era a administração dos bens na Igreja Primitiva e demonstra que esse é o padrão da Palavra de Deus para todos os séculos. Ele chega ao ponto de comparar a corrupção dos líderes com o assassinato!”

[Livro do mês] John Piper – “Plena Satisfação em Deus”

Este livro está disponível para download no Satisfação em Deus, site oficial do ministério de John Piper em português.

John Piper

Livro do mês - Plena satisfação em Deus

Amado Leitor,

Escrevo este livreto porque a verdade e a beleza de Jesus Cristo, o Filho de Deus, são fascinantes. Eu faço coro com o salmista:

Uma coisa peço ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do Senhor todos os do Senhor e meditar no seu templo. Salmos  27 : 4

Se você é um guia turístico e sabe que os turistas anseiam por desfrutar da beleza — que estão até mesmo dispostos a arriscar suas vidas para que a vejam — e assim se vê diante de um pico de tirar o fôlego, então o seu dever é mostrá-lo a eles e insistir que desfrutem da vista. Bem, a raça humana de fato anseia pela experiência da admiração.

E não há realidade mais arrebatadora do que Jesus Cristo. Estar com Ele não significa estar livre de perigo, mas a sua beleza é extraordinária.

Deus colocou a eternidade na mente do homem e encheu o coração humano de anelos. Mas nós não sabemos pelo que anelamos até que nós vejamos o quão formidável Deus é. Esta é a causa da inquietação universal. Daí a famosa oração de Santo Agostinho: “Fizeste-nos para Ti, e inquieto está o nosso coração, enquanto não repousa em Ti”.

O mundo tem um anseio insaciável. Tentamos satisfazer este anseio por meio de férias com paisagens pitorescas, habilidades criativas, produções cinematográficas extraordinárias, aventuras sexuais, esportes espetaculares, drogas alucinógenas, devoções rigorosas,  excelência administrativa, dentre muitas outras coisas. Mas o anseio permanece. O que isto significa? C. S. Lewis responde:

Se encontro em mim um desejo que nenhuma experiência deste mundo pode satisfazer, a explicação mais provável é a de que fui criado para um outro mundo.

A tragédia do mundo é que o eco é confundido com o grito que o iniciou. Quando estamos de costas para a beleza fascinante de Deus, fazemos sombra na terra e nos apaixonamos por ela própria. Mas isto não nos satisfaz verdadeiramente.

Os livros ou a música onde pensamos estar a beleza nos trairão se confiarmos neles… Pois eles não são a coisa em si; eles são somente o aroma de uma flor que não encontramos, o eco de um tom que ainda não ouvimos, notícias de um país que nunca visitamos.

Escrevi este livro porque a Beleza encantadora nos visitou. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (João 1.14). Como, então, eu poderia deixar de clamar, Olhe! Creia! Seja satisfeito! Contemplar tal beleza pode custar a sua vida. Mas valerá a pena, pois sabemos, baseados na autoridade da Palavra de Deus, que “a tua graça é melhor do que a vida” (Salmo 63.3). Delícias infinitas são um dever arriscado. Mas você não se arrependerá da busca. Eu a chamo de prazer cristão.

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Informações do livro

Título: Plena satisfação em Deus
Subtítulo: Deus glorificado e a alma satisfeita
Autor: John Piper
Editora: Fiel
Edição:
Ano: 2009
Número de páginas: 96

Fonte: PIPER, John. Plena satisfação em Deus: Deus glorificado e a alma satisfeita. São José dos Campos/SP: Fiel, 2009.
Postado por:
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Os melhores links cristãos do mês (Maio/2012)

Todo mês, nós do PreciosoCristo selecionamos e indicamos alguns dos melhores textos e vídeos (ou qualquer outro conteúdo) publicados em sites cristãos. Acessem estes links, visitem estes sites e sejam edificados!

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Links cristãos do mês

Tedd Tripp, Como não transformar seus filhos em pequenos fariseus
No iPródigo, em 07 de maio de 2012.

“O problema da hipocrisia é maior em lares  que enfatizam o comportamento ao invés do coração. Se o foco da disciplina e da correção é a mudança de comportamento, você perderá o coração. Essa abordagem faz com que o problema esteja no que eu faço, não no que eu sou. De acordo com a Bíblia, o problema que temos é mais profundo que isso. O problema não está no que eu e você ou seus filhos fazem de errado. O problema não é que nós / eles mentem ou invejam, ou desobedecem. O problema é que você, seus filhos e eu somos mentirosos, invejosos; somos desobedientes.”

Kelly Flanagan, Casamento é para perdedores
No iPródigo, em 09 de maio de 2012.

“[…] No casamento, perder é deixar de tentar consertar tudo no seu parceiro, ouvir sobre suas dores com um coração que sofre junto, não que busca uma solução. É ser mais presente nos momentos difíceis do que nos bons momentos. É descobrir formas de ser humilde e aberto, mesmo quando todo seu ser te diz que você está certo e ela está errada. É fazer o que é certo e bom pelo seu cônjuge, mesmo quando as grandes coisas da vida precisam ser sacrificadas, como o trabalho, um relacionamento ou um ego. É perdoar, pronta, rápida e voluntariamente. É eliminar da sua vida tudo que te impede de cuidar, ajudar e servir, mesmo as coisas que você ama. É buscar a paz ao aceitar os costumes saudáveis, mas irritantes, do seu parceiro porque, se você se lembrar, foram essas coisas que te fizeram se apaixonar no começo. É saber que o seu cônjuge nunca vai te entender completamente, nunca vai te amar incondicionalmente – porque eles também são criaturas caídas como você – e, mesmo assim, amá-los até o fim.”

David Murray, 4 razões para se lembrar do seu Criador na juventude
No AME Cristo, em 10 de maio de 2012.

Nosso inimigo diz, ‘Prazer quando jovem, negócios quando adulto, religião quando velho.’ A Bíblia diz, ‘Quando jovem, adulto, e velho para o Criador.’ Mas como é especialmente na juventude que somos inclinados (determinados?) a esquecer do Criador, é especialmente nesses anos que devemos trabalhar para nos lembrarmos Dele (Eclesiastes 12:1). Lembre-se de que Ele te fez, que Ele te supre, que Ele cuida de ti, que Ele te vê, que Ele te controla; e lembre-se que Ele é o único que pode salvá-lo. Isso é muito para se lembrar, mas é muito mais fácil de memorizar quando se está jovem!”

Wyatt Graham, Vencendo a estagnação espiritual
No iPródigo, em 10 de maio de 2012.

“Uma sala escura que tenha um cheiro ruim, próximo a podridão. Sozinho aqui, sua mente vagueia em nenhum e em todos os lugares ao mesmo tempo. Um sentimento de medo, solidão ou um calafrio. Um sentimento de sucção em seu intestino como se você estivesse com fome, mas você não tem certeza. Poderia ser apenas ansiedade. Tudo isso aconteceu por uma experiência aguda de separação de Deus. Uma espécie de ansiedade espiritual. Os puritanos descrevem esse sentimento com a expressão ‘a noite escura da alma.’ Eles sabiam muito bem sobre o mal da depressão espiritual. Estagnação espiritual é um problema que vai bombardear todos em um ponto ou outro. Depressão, medo e ansiedade brotam, porque nos sentimos ‘separados’ de Deus, da graça. Sentimo-nos sozinhos, pecaminosos, sujos e mal-amados ou talvez sem amor.”

Hernandes Dias Lopes; Mãe, uma mestra do bem (Dia das Mães)
No Voltemos ao Evangelho, em 13 de maio de 2012.

“Hoje é o dia das mães e, queremos homenagear essas mestras do bem. Queremos falar do seu papel e do seu valor como educadoras, como rainha do lar, como a guarda das fontes. É claro que existem mães omissas, mães insensatas, mães sem amor natural, que induzem seus filhos ao erro. Nosso foco, entretanto, é ressaltar o papel da mãe cristã, que é exemplo para os filhos, que ora por eles e os educa com firmeza e doçura, transmitindo-lhes as sagradas letras. Há muitas mães dignas de destaque na Bíblia e na história. Há muitas mães merecedoras dos nossos maiores encômios também em nosso meio, porém, destacarei três mães da Bíblia. Vamos aprender com elas.”

Augustus Nicodemus Lopes, O batismo com o Espírito Santo
No O Tempora, O Mores!, em 14 de maio de 2012.

“Este é um dos assuntos que dividiram as igrejas na década de 60 com o movimento de renovação espiritual, e que continua despertando debates, discussões e polêmicas. Aqui apresento uma perspectiva reformada do batismo com o Espírito, analisando as principais passagens da Bíblia relacionadas, desde o Antigo Testamento até o Novo.”

PRIMEIRA PARTE: A PROMESSA DO ESPÍRITO NO ANTIGO TESTAMENTO

SEGUNDA PARTE: A PROMESSA DO ESPÍRITO NO NOVO TESTAMENTO

C.H. Spurgeon, A Espada do Espírito
No Projeto Spurgeon, em 17 de maio de 2012.

“Ser um cristão é ser um guerreiro. O bom soldado de Cristo não deve esperar tranquilidade neste mundo – ele é um campo de batalha! Nem deve ele se apoiar na amizade com o mundo, pois isso seria inimizade contra Deus. Sua ocupação é a guerra. Enquanto ele põe, peça por peça, a armadura que lhe foi dada, ele deve sabiamente dizer a si mesmo: Isso me avisa do perigo; isso me prepara para a batalha; isso profetiza oposição.”


Sermão pregado na manhã de Domingo, 19 de abril de 1891 por Charles Haddon Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

John Piper, Carta sobre o destino de quem não ouviu o evangelho
No iPródigo, em 18 de maio de 2012.

Carta a uma garota de 12 anos sobre o destino eterno daqueles que não ouviram o evangelho.
Querida Sarah,
você perguntou o que acontece com as pessoas que vivem distantes do evangelho, nunca ouviram sobre Jesus e morrem sem crer nele. Aqui está o que eu acho que a Bíblia ensina. Deus sempre pune as pessoas por conta do que elas sabem e deixam de acreditar. Em outras palavras, ninguém será condenado por não crer em Jesus se nunca ouviram sobre Jesus.Isso significa que as pessoas serão salvas e vão para o céu se nunca ouviram sobre Jesus? Não, não é isso que Deus nos diz na Bíblia.”

Augustus Nicodemus Lopes. Deus, prosperidade e trabalho
No O Tempora, O Mores!, em 18 de maio de 2012.

“A prosperidade financeira obedece a normas, regras e métodos estabelecidos. Por outro lado, da perspectiva bíblica, a prosperidade é um dom de Deus. É ele quem concede saúde, oportunidades, inteligência, e tudo o mais que é necessário para o sucesso financeiro. E isso, sem distinção de pessoas quanto ao que crêem e quanto ao que contribuem financeiramente para as comunidades às quais pertencem. Deus faz com que a chuva caia e o sol nasça para todos, justos e injustos, crentes e descrentes, conforme Jesus ensinou (Mateus 5:45). Não é possível, de acordo com a tradição reformada, estabelecer uma relação constante de causa e efeito entre contribuições, pagamento de dízimos e ofertas e mesmo a religiosidade, com a prosperidade financeira. Várias passagens da Bíblia ensinam os crentes a não terem inveja dos ímpios que prosperam, pois cedo ou tarde haverão de ser punidos por suas impiedades, aqui ou no mundo vindouro.”

[Livro do mês – maio/2012] Hernandes Dias Lopes – “Ouça o que o Espírito diz às igrejas”

Hernandes Dias Lopes

Livro do mês - Ouça o que o Espírito diz às igrejas

A igreja evangélica brasileira está bem, está mais ou menos e está mal. Em uma mesma congregação temos gente que anda com Deus, gente apática e gente que já abandonou as fileiras do evangelho. Em uma mesma igreja temos gente que vive e morre pela verdade e também aqueles que a negociam e a trocam por vantagens imediatas.

Estamos vivendo uma crise de integridade na igreja. Há um abismo entre o que pregamos e o que vivemos; entre o que falamos e o que praticamos. A igreja tem discurso, mas não tem vida; tem carisma, mas não tem caráter; tem influência política, mas não poder espiritual. Há uma esquizofrenia instalada em nosso meio. Tornamo-nos uma igreja ambígua e contraditória, em que o discurso mascara a vida, e a vida reprova o discurso.

Estamos vendo o florescimento de uma igreja narcisista, com síndrome de Laodiceia, pois se julga rica e abastada, mas está pobre, cega e nua. Uma igreja que aplaude e dá nota máxima a si mesma quando se olha no espelho, mas que não passa no crivo da integridade nem pode ser aprovada ao ser submetida ao teste da sã doutrina.

Estamos vendo o crescimento de uma igreja ufanista e triunfalista, que se encanta com seu próprio crescimento numérico ao mesmo tempo em que se apequena na vida espiritual. Uma igreja que explode numericamente, mas se atrofia espiritualmente. Uma igreja que tem cinco mil quilômetros de extensão, mas apenas cinco centímetros de profundidade. Uma igreja que se vangloria de produzir dezenas de bíblias de estudo, mas produz uma geração analfabeta em Bíblia.

Estamos vendo crescer em nossa nação uma igreja sem doutrina e sem ética. Uma igreja que rifa a verdade por dinheiro, que joga a ética para debaixo do tapete e, mesmo assim, vocifera palavras de ordem chamando as pessoas ao arrependimento. No passado a igreja tinha autoridade para chamar o mundo ao arrependimento. Hoje é o mundo que ordena que a igreja se arrependa. Derrubamos os muros que nos separam do mundo. Queremos ser iguais ao mundo, no tolo discurso de atraí-lo. Perdemos nossa identidade e nossa integridade. Nossa luz apagou-se debaixo do alqueire. Tornamo-nos sal sem sabor, que não presta para mais nada, senão para ser pisado pelos homens.

Estamos vendo crescer uma igreja mercado que escancara suas portas e usa a religião como fonte de lucro. Uma igreja que constrói novos templos como se abre franquias, não com o propósito de pregar a verdade, mas de granjear riquezas. Temos visto os templos se transformando em praças de negócio, os púlpitos em balcões de comércio, o evangelho em produto lucrativo e os crentes em consumidores vorazes. Temos visto igrejas se transformando em lucrativas empresas e pregadores inescrupulosos criando mecanismos heterodoxos para granjear fortunas em nome de Deus.

Estamos vendo crescer em nossa pátria uma igreja sincrética, mística que prega um outro evangelho, um evangelho diferente que, de fato, não é evangelho. Uma igreja que prega o que povo quer ouvir e não o que o povo precisa ouvir. Uma igreja que prega prosperidade, mas não salvação; que prega milagres, mas não a cruz. Uma igreja centrada no homem, e não em Deus.

Estamos vendo crescer uma igreja amante dos holofotes, embriagada pelo sucesso, sedenta de aplausos, em que seus pregadores e cantores são tratados como astros de cinema. Estamos trocando nosso direito de primogenitura por um prato de lentilhas das glórias humanas, rendendo-nos à tietagem e ao culto à personalidade, colocando homens em um pedestal, afrontando, assim, nosso único e bendito Senhor, que não divide sua glória com ninguém.

Estamos vivendo uma homérica crise de liderança. Uma das classes mais desacreditadas da nação são os pastores. Há pastores não convertidos no ministério. Há uma legião de ministros não vocacionados no ministério. Há muitos que entram para o ministério por causa do seu bônus, mas não aceitam seu ônus; querem os louvores do ministério, mas não suas cicatrizes. Há aqueles que fazem do ministério um refúgio para esconder sua preguiça e seu comodismo. Há pastores que deveriam cuidar de si mesmos antes de cuidar do rebanho de Deus. Há pastores confusos doutrinariamente no ministério, indivíduos que não sabem para onde caminham, por isso, são influenciados por todo vento de doutrina, deixando seu rebanho à mercê dos lobos travestidos de ovelhas. Há pastores que estão em pecado no ministério e já perderam a sensibilidade espiritual, pois condenam nos outros os mesmos pecados que praticam em secreto.

Estamos vivendo uma crise de valores na igreja. Abandonamos a simplicidade do evangelho. Substituímos a sã doutrina pelas novidades do mercado da fé. Trocamos a verdade pelo sucesso. Substituímos a pregação pelo espetáculo. Colocamos no lugar da oração, em que nos quebrantávamos e chorávamos pelos nossos pecados, os grandes ajuntamentos, em que saltitamos ao som estrondoso e ensurdecedor dos nossos instrumentos eletrônicos.

Precisamos desesperadamente voltar ao primeiro amor. Precisamos urgentemente de uma nova reforma na igreja. Precisamos de um reavivamento que nos traga de volta o frescor da vida abundante em Cristo Jesus. Precisamos desesperadamente do revestimento e do poder do Espírito Santo. Precisamos de uma igreja fiel que prefira a morte à apostasia. Uma igreja santa que prefira o martírio ao pecado. Uma igreja que ame a Palavra mais do que o lucro. Uma igreja que chore pelos seus pecados e pelas almas que perecem, e não pelas dificuldades da vida presente. Precisamos de uma igreja que tenha visão missionária e compaixão pelos que sofrem. Uma igreja que tenha ortodoxia e piedade, doutrina e vida, discurso e prática. Uma igreja que pregue aos ouvidos e aos olhos.

Este livro faz uma radiografia da igreja. Ele olha para o passado como propósito de lançar luz no presente e apontar rumos para o futuro. O Senhor Jesus terminou cada carta enviada às igrejas da Ásia da mesma maneira: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. Meu ardente desejo, meu clamor diante dos céus, é que seu coração seja inflamado com essas mensagens, que você seja um graveto seco a pegar fogo e que comece a partir de você e de mim, um grande reavivamento espiritual em nossa nação!

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Informações do livro

Título: Ouça o que o espírito diz às igrejas
Subtítulo: Uma mensagem de Cristo à sua igreja
Autor:
Hernandes Dias Lopes
Editora: Hagnos
Edição:
Ano: 2010
Número de páginas: 136

Fonte: LOPES, Hernandes Dias. Ouça o que o Espírito dias às igrejas: uma mensagem de Cristo à sua igreja. São Paulo: Hagnos, 2010.
Por:
Áurea Emanoela Holanda Lemos | PreciosoCristo | Original aqui.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que inclua estes créditos, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Cobertura do 1º Encontro da Fé Reformada em Recife: Introdução

Vinícius S. Pimentel

Cobertura do 1o Encontro da Fé Reformada em Recife

Na última semana, entre os dias 17 e 19 de maio de 2012, realizou-se o 1º Encontro da Fé Reformada para Pastores e Líderes em Recife. O evento contou com a participação dos pastores Roberto Brasileiro, Elias Medeiros, Paulo Brasil, Jaime Marcelino, Solano Portela, Davi Charles Gomes e Francisco Leonardo e teve por tema “A importância da pregação hoje”.

Deus me concedeu a graça de participar do Encontro, que excedeu em muito as minhas expectativas. As preleções e pregações foram profundamente bíblicas, centradas em Cristo, cheias de ensinamento prático e de aplicações pastorais para aqueles que exercem o ministério da Palavra ou a ele aspiram. Os hinos e cânticos, entoados com vigor pela congregação (composta quase totalmente de homens), foram escolhidos com muito cuidado e nos permitiram ter momentos sublimes de adoração ao nosso Deus. Isso sem falar no convívio com os irmãos, nas conversas travadas nos intervalos, nas refeições compartilhadas e nas orações uns pelos outros! Foi um grande privilégio poder estar presente no evento. O Senhor seja louvado!

Solano Portela, presbítero e membro da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro/SP (ao centro).

Davi Charles Gomes, pastor da Igreja Presbiteriana Paulista e Diretor do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper/SP (ao centro).

Nos próximos posts, tentarei fazer um apanhado geral do conteúdo compartilhado por cada preletor, a fim de que os leitores do blog também sejam, de alguma maneira, abençoados por aquilo que Deus nos concedeu naqueles dias.

A Deus toda a glória!

(Esse foi um dos belíssimos hinos que cantamos ao longo do evento. Trata-se do Hino nº 14 do Novo Cântico, hinário das Igrejas Presbiterianas do Brasil.)

Por: Vinícius Silva Pimentel | PreciosoCristo | Original aqui.
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Os melhores links cristãos do mês (Abril/2012)

Todo mês, nós do PreciosoCristo selecionamos e indicamos alguns dos melhores textos e vídeos (ou qualquer outro conteúdo) publicados em sites cristãos. Acessem estes links, visitem estes sites e sejam edificados!

Atenção: O fato de incluirmos o texto de um site neste espaço não significa que endossamos todo o conteúdo do site no qual ele foi publicado.

Links cristãos do mês

Michael J. Kruger, A humildade cristã e a definição mundana de humildade
No iPródigo, em 02 de abril de 2012.

“Para os cristãos, humildade e incerteza não são sinônimos. Uma pessoa pode estar certa e ser humilde ao mesmo tempo. Como? Por esta simples razão: os cristãos acreditam compreender a verdade apenas porque Deus revelou a eles (1 Coríntios 1.26-30). Em outras palavras, os cristãos são humildes porque sua compreensão da verdade não se baseia em sua própria inteligência, em sua própria investigação, em sua própria perspicácia. Pelo contrário, é 100% dependente da graça de Deus. Conhecimento cristão é um conhecimento dependente. E isso leva à humildade (1 Coríntios 1.31).”

C.H. Spurgeon, Caminho da redenção
No Projeto Spurgeon, em 04 de abril de 2012.

Em razão da Páscoa, o Projeto Spurgeon publicou o livro Caminho da redenção com diversos sermões de Charles Spurgeon relacionados à morte e à ressurreição do Senhor Jesus. Para aqueles que desejam mergulhar no oceano das insondáveis riquezas de Cristo, é uma leitura indispensável!

Kevin DeYoung, Não “Um dos”, e sim “O”
Na Editora Fiel (Artigos).

No que diz respeito a identificar Jesus, verdades parciais que ignoram a verdade maior acabam contando uma mentira. É verdade que Jesus é um profeta (Mc 6.4; Dt 18.18). Mas ele não é como João Batista. Jesus não é outro Elias. Ele não é meramente um dos profetas. Jesus é aquele para quem todos os outros profetas apontavam. Por isso, chamar Jesus de profeta e nada mais do que um profeta equivale a não compreender, no nível mais profundo, quem é este homem.

Augustus Nicodemus Lopes, Verdades e mitos sobre a Páscoa
No O Tempora, O Mores!, em 04 de abril de 2012.

“Nesta época do ano celebra-se a Páscoa em toda a cristandade, ocasião que só perde em popularidade para o Natal. Apesar disto, há muitas concepções errôneas e equivocadas sobre a data. […] A Páscoa, não é dia santo para nós. Para os cristãos há apenas um dia que poderia ser chamado de santo – o domingo, pois foi num domingo que Jesus ressuscitou de entre os mortos. O foco dos eventos acontecidos com Jesus durante a semana da Páscoa em Jerusalém é sua ressurreição no domingo de manhã. Se ele não tivesse ressuscitado sua morte teria sido em vão. Seu resgate de entre os mortos comprova que Ele era o Filho de Deus e que sua morte tem poder para perdoar os pecados dos que nele creem.”

Clóvis Gonçalves, Pecadores irrepreensíveis
No Cinco Solas, em 09 de abril de 2012.

“No dia da volta do Senhor, devemos comparecer irrepreensíveis diante Dele. Isto significa que devemos estar “livres de qualquer acusação” (Cl 1:22), que não pode haver “nada contra”(1Tm 3:10) nós. Sermos irrepreensível significa que nenhuma acusação pode ser legitimamente levantada contra nós. É assim que devemos estar na volta do Senhor, pois Ele virá para uma noiva”gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef 5:27). Mas quem de nós poderá pensar de si mesmo que é capaz de comparecer diante de Jesus em Sua glória dessa maneira? Quem pode olhar para as próprias mãos e vê-las limpas, examinar o seu coração e o encontrar puro, considerar as próprias palavras e achar seus lábios sem engano?”

Tad Thompson, A preocupante situação de nossos filhos
No Cinco Solas, em 10 de abril de 2012.

“Já fiz parte da liderança da igreja como pastor estagiário, como pastor auxiliar responsável pelo treinamento de adultos, e agora como pastor sênior. Em cada estágio de meus dezessete anos de ministério, pude notar que o distanciamento entre pais e filhos no que diz respeito ao discipulado cresce a olhos vistos. O mais agravante é constatar que pais e mães não têm assumido a responsabilidade de discipular seus filhos, e as igrejas têm feito muito pouco — quando fazem — para mudar essa realidade.”

Robert Norris, Orando pelos líderes na igreja 
No AME Cristo, em 11 de abril de 2012.

Se orar pelos líderes da igreja já não parecem estar na moda, talvez uma razão subjacente seja a igreja frequentemente adota os padrões e ideias do mundo. Em nossa busca pelo sucesso onde a marca óbvia desse sucesso é o tamanho, influência, poder e dinheiro, líderes eclesiásticos estão sob constante pressão para produzir evidência de crescimento, e técnicas e programas são meios óbvios pela qual isso é alcançado. Nesse quadro não há lugar dado para a oração, a qual fala de um quadro sobrenatural de pensamento que é completamente estranho ao mundo moderno.”

Mark Dever, O que é uma igreja saudável?
No Voltemos ao Evangelho, em 20 de abril de 2012.

“Nesta palestra, ministrada na abertura do 1º módulo do Curso Fiel de Liderança 2012, o pastor Mark Dever introduz o tema “O que é uma igreja saudável?” e aborda a questão a partir de quatro perspectivas. Primeiro, ele considera como a questão das “marcas” da igreja foi tratada ao longo da história, sobretudo a partir da Reforma Protestante. Segundo, Dever considera a própria significância da pergunta. Terceiro, ele apresenta algumas respostas comuns à indagação “O que é uma igreja saudável?”. Por fim, o pastor nos fala sobre as marcas de uma igreja saudável do ponto de vista bíblico. Num tempo como o nosso, em que parece ser tão difícil distinguir uma igreja saudável das falsas igrejas, esta é, sem dúvida, uma mensagem fundamental.”

[Livro do mês] Haralan Popov – “Torturado por sua fé”

Haralan Popov

Livro do mês - Torturado por sua fé

Durante treze anos e dois meses, retido em prisões comunistas, fui sustentado por duas certezas. A primeira: eu sabia que a minha vida estava realmente nas mãos de Deus e não nas mãos de meus carcereiros comunistas. A segunda: eu queria sobreviver para dar meu testemunho e contar o que presenciei.

O propósito deste livro não é demonstrar a depravação dos homens – o que experimentei dia e noite durante mais de treze anos –, e sim mostrar o irresistível amor de Deus. Se temos de salientar algo neste livro, que seja a verdade avassaladora do amor de Deus em meio à bestialidade humana.

Na prisão, aprendi a lição do amor, como nunca havia aprendido. Embora eu já tivesse pregado sobre o amor de Deus em muitos púlpitos, percebi o amor dEle com um novo aspecto, no intenso desespero de celas subterrâneas e na fisionomia de incontáveis companheiros de prisão. Destituído de todas as coisas materiais e todas as distrações, encontrei em Deus uma realidade maior do que já conhecera. A verdade com frequência brilha mais intensamente onde as circunstâncias são mais obscuras.

Não faço ataques políticos neste livro, pois vejo o comunismo não apenas como uma força política, mas também como “sintoma” de uma enfermidade espiritual muito mais profunda. É a “religião” do ateísmo militante. A incapacidade de destruir a fé em Deus é o “calcanhar de Aquiles” do comunismo. Os comunistas temem desesperadamente a fé em Deus. Nunca estas palavras de Paulo se mostraram tão verdadeiras: “Nossa luta não é contra o sangue e a carne”.

Mas tenho outra razão para haver escrito este livro. Hoje há muitos rumores falsos, no estrangeiro, de que o comunismo está “se abrandando” para com o cristianismo e que as práticas do passado, apesar de serem más, acabaram. Fiquei chocado ao ver como essa ilusão dos comunistas é amplamente aceita. Este é um boato totalmente falso. Na verdade, por trás da Cortina de Ferro, o cristianismo está sendo atacado com maior severidade do que fora antes. Muitos continuam morrendo nas prisões.

Em vez de tentar destruir a Igreja, atacando-a externamente, na Rússia e em outros países, o comunismo está subvertendo-a e controlando-a internamente. Em vez de dar fim à Igreja com um único ataque brutal, o comunismo atualmente procura estrangular a Igreja lentamente. O ataque, em nossos dias, tanto é mais sutil, como é mais perigoso.

Nos países comunistas, o cristianismo não é livre e franco, como alguns proclamam. Mas também não pode ser destruído. Está vivo e crescente, mesmo sob perseguição como sucedeu à Igreja Primitiva. De fato, uma Igreja Subterrânea está viva no mundo comunista. Suas similaridades com a Igreja Primitiva são extraordinárias. Para apresentar o meu testemunho e a história da Igreja Subterrânea escrevo este livro. Dedico-o aos milhares de irmãos em Cristo que morreram encarcerados, muitos deles ao meu lado. Também dedico ao corpo de Cristo que, em nossos dias, é torturado no mundo comunista.

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Informações do livro

Título: Torturado por sua fé
Autor: Haralan Popov
Editora: Fiel
Edição:
Ano: 2006
Número de páginas: 168

Fonte: POPOV, Haralan. Torturado por sua fé. São José dos Campos/SP: Fiel, 2006.
Postado por: 
Áurea Emanoela Holanda Lemos | PreciosoCristo | Original aqui.
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Os melhores links cristãos do mês (Março/2012)

Todo mês, nós do PreciosoCristo selecionamos e indicamos alguns dos melhores textos e vídeos (ou qualquer outro conteúdo) publicados em sites cristãos. Acessem estes links, visitem estes sites e sejam edificados!

Atenção: O fato de incluirmos o texto de um site neste espaço não significa que endossamos todo o conteúdo do site no qual ele foi publicado.

Links cristãos do mês

Vincent Cheung, Paulo e a tradição humana
No Monergismo.com, em 06 de março de 2012.

“De fato, ele [Paulo] era um homem zeloso. Mas como mais tarde admitiria, ele agiu em “ignorância e incredulidade”. Seu zelo não era informado pela verdade, e não procedia de uma abertura para com Deus, ou fé no que Deus tinha revelado. Aqueles que se opõem e perseguem os cristãos são, por definição, pessoas injustas e sem inteligência.”

Geoffrey Thomas, Cultos agradáveis aos incrédulos
Na Editora Fiel (Artigos), em 07 de março de 2012.

“Nossa própria vida tem de ser tão semelhante à de Cristo quanto possível, especialmente quando nos reunimos. Nós nos reunimos para encorajar uns aos outros a viver como imitadores de Deus. Precisamos ser irrepreensíveis em nosso vestir, nossa linguagem, nosso uso do tempo, nossos relacionamentos ou mesmo em nosso humor, a fim de sermos conhecidos como aqueles que desejam agradar o Jeová Jesus em todas as coisas; e nosso evangelismo está fazendo com que o mundo perceba isto e saiba por que cremos nisto.”

Alan Kleber, Mulheres cristãs e o Dia Internacional da Mulher
No E Bíblia com isso?, em 08 de março de 2012.

“Se a cosmovisão das mulheres cristãs está sendo moldada pelos pilares de fundação do Dia Internacional da Mulher, receio que não temos muito o que comemorar, antes, pelo contrário, deveríamos corar de vergonha, pois nada tem a ver com a mulher virtuosa de Provérbios 31, que antes de qualquer coisa, tem Jesus Cristo como centro da sua vida, preocupa-se em seguir a Palavra de Deus e molda a sua vida para sua família, não trocando sua missão gloriosa por escritórios, arquivos, emails ou caixas.”

Michael McKinley, 6 maneiras de ensinar a falsa segurança da salvação
No iPródigo, em 08 de março de 2012.

“Como pastor, interajo com muitas pessoas que lutaram para ter confiança na autenticidade de sua conversão. Em suas mentes, os seus pecados estão sempre por perto e suas falhas são sempre iminentes. Na maioria das vezes, percebo que são irmãos e irmãs fieis que precisam de conforto e certeza. Mas, existe outro grupo de pessoas em muitas de nossas igrejas que são muito mais preocupantes: aqueles que têm uma confiança firme, mas infundada, de que são genuinamente convertidos. Talvez você conheça esse tipo. Eles conhecem as palavras certas. Eles estão isentos do pecado público escandaloso. E eles são pessoas morais. Mas não têm frutos, nenhuma evidência de que o Espírito transformador de Deus está trabalhando dentro deles. E frequentemente há uma área de pecado secreto sem tratamento.”

Stephen Altrogge, Algo maravilhoso aconteceu nessa manhã
No iPródigo, em 09 de março de 2012.

“Nesta manhã, eu tive a mais surpreendente experiência espiritual. Eu estava sentado no meu sofá, tomando café, com a minha Bíblia de Estudo aberta no meu colo. Minha lareira estalava suavemente, proporcionando um ruído de fundo constante, e todos ainda estavam dormindo. Após alguns minutos lendo minha Bíblia, eu tirei um momento para orar. E então aconteceu: Deus ouviu a minha oração.”

Nathan Busenitz, Nossa apologética tem de apontar para Cristo
No Blog Fiel, em 21 de março de 2012.

“Quando o apóstolo Paulo esteve diante da oposição, quer no areópago quer diante de Festo e Felix, não se contentou apenas em convencer seus ouvintes da existência de Deus. Na verdade, eles já eram teístas. Contudo, eles tinham renhida necessidade de se reconciliarem com Deus, razão pela qual a mensagem de Paulo era centrada no evangelho de Jesus Cristo. […] Fomos comissionados a fazer discípulos do Senhor (Mt 28.18-20), não apenas teístas. Assim, pregamos Cristo crucificado a todas as pessoas, quer elas creiam quer não creiam em Deus.”

Paul Washer, Seu twitter mostra que você é salvo?
No Voltemos ao Evangelho, em 22 de março de 2012.

“Paul Washer fala sobre o poder de Deus em transformar a pessoa que Ele salva. Será que nosso Twitter ou Facebook tem demonstrado que fomos salvos por ele ou que amamos as coisas deste mundo?”

Josaías Jr., Lutero contra a igreja brasileira
No iPródigo, em 23 de março de 2012.

O irmão Josaías Jr. analisa a perspectiva de Lutero no tocante a assuntos como dúvida e certeza, afirmações doutrinárias e a clareza da Escritura. “A igreja reformada não é perfeita, e a mera aceitação da necessidade do que Lutero chama de asserções não garante uma comunidade saudável. Ainda assim, em meio ao caos evangélico, pastores e professores protestantes devem reforçar o ensino da Palavra, como algo claro, acessível e que produz segurança na vida do crente.”

John Piper, Deus não se arrepende como o homem
No Voltemos ao Evangelho, em 25 de março de 2012.

A partir da história de Saul, John Piper nos leva a meditar na doutrina da onisciência de Deus. “Em outras palavras, as promessas de Deus não estão em risco, porque Deus pode prever todas as circunstâncias. Ele sabe que nada acontecerá que O leve a retroceder em suas promessas. Isto é descanso para nossa alma.”

J.C. Ryle, 4 grandes doutrinas para sempre ter em mente
No iPródigo, em 26 de março de 2012.

“Eu sinto que todos nós precisamos mais e mais da presença do Espírito Santo em nossos corações para nos guiar, nos ensinar e nos manter firmes na fé. Há algumas grandes verdades, que, em dias como este [1874!], somos especialmente obrigados a ter em mente. Acredito que há tempos e épocas na Igreja de Cristo em que somos obrigados a reforçar nosso conhecimento sobre algumas das principais verdades, para apreendê-las com uma firmeza fora do comum em nossas mãos, para imprimi-las em nossos corações e não perdê-las.”