Os melhores links cristãos do mês (Outubro/2011)

Todo mês, nós do PreciosoCristo selecionamos e indicamos alguns dos melhores textos e vídeos (ou qualquer outro conteúdo) publicados em sites cristãos. Acessem estes links, visitem estes sites e sejam edificados!

Links cristãos do mês

Satisfação em Deus: Materiais centrados em Deus do ministério de John Piper

Durante a Conferência Fiel para Pastores e Líderes deste ano, o ministério Desiring God lançou a versão em português do seu site, o Satisfação em Deus. Já estão disponíveis no site, gratuitamente, cinco livros de Piper traduzidos e publicados pela Editora Fiel (Para sua alegria, Penetrado pela Palavra, Plena satisfação em Deus, Provai e vede, Uma vida voltada para Deus), diversos sermões e artigos, além dos vídeos e áudios das pregações de Piper na Conferência Fiel de 1994.

Milton Jr., Trazendo a Arca? O processo de “judiação” da igreja
No Blog dos Eleitos de Deus, em 1º de outubro de 2011.

“Não bastasse o aventureiro Indiana Jones ter descoberto a Arca da Aliança no filme de Steven Spielberg, em 1981, agora os levitas de plantão resolveram trazê-la de volta para a igreja. Alguns desavisados poderiam logo ligar minhas palavras ao retorno triunfal da Arca para Israel por intermédio do rei Davi, depois de ter vencido os filisteus na história registrada em 2 Samuel 6, mas não é disso que estou tratando. Vou explicar: já faz um tempo que decidi parar de acompanhar o mercado de música gospel. No início da minha conversão, nos idos de 1993, era um ávido “fã” de tudo o que era lançado no mercado. Acompanhava cada novo “ministério” que surgia até que percebi que a motivação da maioria deles não era piedosa, mas financeira. Essa minha percepção aumentou quando trabalhei em uma rádio gospel.”

J.I. Packer, O coração do evangelho (Parte 1/2)
No AME Cristo, em 05 de outubro de 2011.

“No Antigo Testamento, ela é a base de todos os rituais prescritos para a expiação do pecado e da culpa (“expiação pela transgressão” no Antigo Testamento) e para o dia do sacrifício (Lv 4:1-6:7; 16:1-34). Ela é também claramente expressa em narrativas como a de Números 16:41-50, onde Deus ameaça destruir o povo por caluniar seu julgamento sobre Coré, Datã e Abirã: “e Moisés disse a Arão: ‘Pegue o seu incensário e ponha incenso nele, com fogo tirado do altar, e vá depressa até a comunidade para fazer propiciação por eles, porque saiu grande ira da parte do Senhor e a praga começou. Arão […] fez propiciação por eles […] e a praga cessou” (v. 46-48). No Novo Testamento a palavra propiciação aparece em quatro passagens de importância tão sublime que faremos bem em parar para estudá-las direito.”

John Piper, O propósito mais sério do mundo: Alegria
No Voltemos ao Evangelho, em 09 de outubro de 2011.

“O oposto de sério não é alegre, mas trivial e tolo. É possível estar cheio de alegria e ser sério. A busca pela alegria não é trivial, mas central. Não é opcional, é necessária. O propósito desta mensagem é explicar o por quê disto. Algumas pessoas acham que é errado buscar sua alegria, como se isto fosse oposto a tomar sua cruz. Muitos têm a ideia de que quando você busca piedade, você não pode buscar coisas para si mesmo, como se fosse errado buscar sua própria alegria.”

John Piper, A ausência da alegria soberana
No Voltemos ao Evangelho, em 09 de outubro de 2011.

“Na história da igreja, poucas pessoas ultrapassaram Agostinho em retratar a grandeza, a beleza e a qualidade de ser desejado inerentes de Deus. Agostinho estava completamente convencido, pela experiência e pela Palavra de Deus, de que “feliz é aquele que possui a Deus” (Thomas A. Hand, Augustine on Prayer, New York: Catholic Book Publishing Co., 1986, p. 17). “Tu nos fizeste para Ti mesmo, e nossos corações não acham paz, enquanto não descansam em Ti” (Augustine, Confessions, I, 1). Agostinho trabalhou com todo o seu vigor para fazer conhecido e amado, no mundo, este Deus de graça e alegria soberanas.”

J.I. Packer, O coração do evangelho (Parte 2/2)
No AME Cristo, em 10 de outubro de 2011.

“Note agora três fatos sobre a propiciação, e como Paulo os descreve. 1) A propiciação é obra do próprio Deus. 2) A propiciação foi realizada pela morte de Jesus Cristo. 3) A propiciação manifesta a justiça de Deus. […] Assim a justiça de Deus, o juiz, que é tão vividamente estabelecida na primeira parte da carta de Paulo, é vista outra vez na doutrina de Paulo sobre como a ira divina foi anulada. É vital para sua argumentação mostrar que as verdades, tanto sobre a salvação como sobre a condenação, manifestam a justiça eqüitativa, essencial e inerente ao caráter divino. Em cada caso, na salvação dos que são salvos e na condenação dos que se perdem, é feita a retribuição e o castigo é infligido. Deus é justo e a justiça se cumpre.”

Andy Crouch, O evangelho de Steve Jobs
No iPródigo, em 10 de outubro de 2011.

“A licença médica de Steve Jobs tomou conta das manchetes de hoje. O Wall Street Journal diz que a nota oficial curta e direta levanta “incertezas sobre sua saúde e o futuro da companhia de tecnologia mais valiosa do mundo”. Essas duas questões – a saúde de Jobs e a saúde da Apple – são o foco de todas as reportagens de hoje. […] Por mais marcante que Steve Jobs seja em diversas áreas – como designer, inovador, (exigente e implacável) líder – sua qualidade mais singular tem sido a habilidade de articular uma forma perfeitamente secular de esperança. Nada exemplifica isso melhor do que a logomarca inicial da Apple, que cobria com um arco-íris o mais claro arquétipo da queda e do fracasso da humanidade – o fruto mordido – e se tornou um símbolo de esperança e progresso.”

John MacArthur Jr., O fracasso da “psicologia cristã
No Blog dos Eleitos de Deus, em 12 de outubro de 2011.

“A igreja está, por assim dizer, ingerindo doses maciças do dogma da psicologia, adotando a “sabedoria” secular e tentando santificá-la, chamando-a de cristã. Os valores mais fundamentais do evangelicalismo, portanto, estão sendo redefinidos. “Saúde mental e emocional” é a nova moda. Não se trata de um conceito bíblico, embora muitos pareçam equalizá-lo com a integridade espiritual. O pecado recebe o nome de doença, de forma que as pessoas acham que precisam de terapia e não de arrependimento. O pecado habitual recebe o nome de vício ou de comportamento compulsivo, e muitos presumem que a solução está no cuidado médico e não na correção moral.”

Bob Kauflin, Como nós crescemos em nossas expressões físicas na adoração (Parte 1)
No Cante as Escrituras, em 13 de outubro de 2011.

“A adoração a Deus nunca foi pretendida para ser um mero assentimento intelectual a verdades bíblicas. Também não é limitada a uma resposta emocional interior. Deus criou os nossos corpos para glorificarem-no (1Coríntios 6.20). Nós não estamos buscando uma espiritualidade gnóstica que minimiza ou nega a importância do corpo na verdadeira espiritualidade (Romanos 12.1; Filipenses 1.20). Deus nos ordena a amá-lo com todo o nosso coração, alma, mente e força. Isso certamente inclui os corpos que ele nos deu.”

Stephen Altrogge, Por favor, não me chame de ultrapassado
No iPródigo, em 13 de outubro de 2011.

“Não há nada pior que ser chamado de “ultrapassado”. Na verdade, eu posso pensar em um monte de coisa piores, como ter que tomar uma vacina antitetânica ou precisar de algum tipo de tratamento dentário. Mas em nossa rápida, moderna e conectada cultura, é uma coisa muito ruim ser chamado de “ultrapassado”. O Walkman é ultrapassado. Camisas jeans sem mangas são ultrapassadas. A América prospera em progressos, e nos últimos 300 anos temos tido progressos em muitas áreas, tais como direito das mulheres, direitos civis, tecnologia, vida saudável e medicina. Progresso é bom. Na maior parte do tempo. […] Minha preocupação, no entanto, é que, em nossa cultura moderna, nós sejamos muito rápidos em abandonar idéias que foram tradicionalmente mantidas. Isso pode ser tão perigoso quanto se prender a idéias “ultrapassadas”. Talvez mais perigoso.”

Ewerton B. Tokashiki, A tolerância e a verdade
No Blog dos Eleitos de Deus, em 15 de outubro de 2011.

“A Escritura Sagrada exige que quando possível tenhamos paz com todos os homens, mas nunca em detrimento da verdade (Rm 12:18). Paulo repreendeu o apóstolo Pedro publicamente por causa do seu relativismo (Gl 2:11-13). Na sua narrativa o apóstolo dos gentios usa duras palavras como “enfrentei-o face a face, por sua atitude condenável” (verso 11, NVI), ou, “se uniram a ele nessa hipocrisia” (verso 13, NVI). No comum e corrente discurso de tolerância, inclusive no meio dos cristãos, o apóstolo seria passivo de repreenda por faltar o amor, virtude tão valorizada e tão mal entendida, e, por proferir palavras tão arrogantes! Não bastassem os ímpios e pagãos, engrossam a fileira junto deles alguns cristãos advogando a tolerância para a sua individualidade pós-moderna, e, qualquer opositor, logo é rotulado apaixonadamente de totalitarista, obscurantista, imperialista, pedante e repulsivamente rejeitado por ser um “caçador de bruxas”. Este discurso pré-moldado não é menos intolerante que a defesa da verdade como sendo absoluta.”

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2 respostas em “Os melhores links cristãos do mês (Outubro/2011)

  1. Vinícius,

    Li o artigo do Milton Jr. e sinceramente não consegui concatenar o pensamento do autor. Achei que ele forçou uma interpretação no afã de se opôr à judaização da igreja. A música citada no artigo é belíssima e, sinceramente, não consigo enxergar o que ele enxergou. Discordo! A intenção é boa, mas toda espécie de radicalismo é algo destoante da Palavra de Deus e extremamente perigoso. Eu já fui um radical! A música citada exalta a Deus. Sou contra o mercado de música gospel que está aí (que prefiro chamar de “cospe”, e não gospel), mas acho que o autor foi infeliz em suas declarações… Deus abençoe!

    • Caríssimo Paulo Victor…

      O artigo do Reverendo Milton Jr. foi incluído por mim à lista de links do mês. Particularmente, gostei muito do texto, por isso o indiquei. Acredito que a sua não compreensão acerca do pensamento do autor seja a mesma do irmão Milton Jr., todavia em sentido oposto.

      O questionamento que levou a feitura do artigo gira em trono de um trecho específico da música que, a meu ver, é nebuloso. Todavia, se existe algum tipo de radicalismo por parte do autor do texto, isso vai depender de cada ponto de vista. Sinceramente, eu gostaria de saber a que “fumaça” o grupo em questão se refere, nesse sentido, acredito que as indagações do escritor do artigo são extremamente pertinentes e acima de tudo bíblicas.

      Grosso modo a música em questão tem uma letra bonita, todavia, partindo de uma análise mais acurada, não deixa claro de que maneira devemos entrar no Santo dos Santos (na presença de Deus), se for pelo novo e vivo caminho (cf. Hebreus 10.20), não sei em que lugar se encaixa a questão da “fumaça”. Outrossim, caso ela [a fumaça] tenha sido usada para dar um tom mais “poético” a música ou criar um cenário “mais emocionante” ante a presença de Deus, o recurso mostra-se completamente inadequado.

      Tomando como exemplo os salmos davídicos, não me vem à memória nenhum “fogo ou fumaça” estranha usada por Davi para tornar mais perceptível, palpável ou agradável as grandezas e misericórdias de Deus ou mesmo a glória de estar na Sua presença. Contudo, como já esposei, é uma opinião pessoal que eventualmente se coaduna com o que escreveu o Pastor Milton Jr.

      Em Cristo. Por Cristo!

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